Santo Ângelo
Nasceu em Jerusalém em 1185, numa família de tradição judaica.Através de um sonho se converteu ao Cristianismo. Neste sonho, Nossa Senhora o visitou, dizendo que sua família receberia uma grande graça: o nascimento de uma nova criança, mesmo seus pais sendo de idade avançada.
E assim aconteceu. Ângelo percebeu o chamado de Deus, e recebeu junto com seu irmão recém-nascido, a graça do santo Batismo.
Santo Ângelo se abriu à vontade de Deus através da vida de oração e penitência. Quanto ao seu lugar na Igreja, fez experiência religiosa em vários mosteiros da Palestina e Ásia Menor, até que, ao passar o tempo num Carmelo, entrou na ordem consagrada a Nossa Senhora, a família Carmelita.
Da Itália foi para a Sicília, e já sacerdote, fez um belo trabalho apostólico.
Um homem dócil e corajoso. Certa vez, ao pregar, deparou-se com a graça da conversão de uma mulher que vivia no adultério com um senhor de muitas posses. Ela se abriu ao Evangelho, mas ele não. E este, mandou assassinar Santo Ângelo, que foi morto após uma pregação com apenas 34 anos.
Santo Ângelo, rogai por nós!
Pertenceu a um grupo de militares que serviam ao império romano. O
imperador era Diocleciano que, influenciado por um genro, passou a ter
um grande preconceito e ódio ao Cristianismo, a ponto de estabelecer um
edito onde dizia que a Palavra de Deus escrita devia ser queimada e os
cristãos, quando identificados, precisavam oferecer sacrifícios aos
'deuses' em sinal de adoração.
Atanásio nasceu em Alexandria, no Egito, em 296. No ano de 325,
deu-se o I Concílio Ecumênico, em Niceia, para definir a doutrina
autêntica contra a heresia tão capciosa dos arianos, a qual fazia de
Jesus uma criatura inferior a Deus Pai. Atanásio participou do Concílio
na qualidade de assessor do seu bispo, embora fosse somente diácono na
época.
A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas
vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso
na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais
gritavam alegremente: "Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!" O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.